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domingo, 29 de março de 2015
O Pacote
Pacote Pronto - Toma que o filho é teu
Foi
isso que aconteceu no dia 26 de março de 2015. Aparentemente o dia foi
muito tranquilo, muitas aulas foram ministradas no periodo matutino.
Nenhum aluno chorou ou reclamou durante o periodo da manha em minhas
aulas. Todos soriam e faziam suas gracinhas de alunos. O sinal tocou, é
hora de ir embora, parece um momento muito feliz para os alunos. Sem
exceção, todos saem da sala e vão para suas casas sorrindo e brincando.
Saio junto com eles e não percebo nenhuma anormalidade.
No dia 26 de março de 2015 permaneci na escola o dia todo, pois tinha alguns ajustes para fazer nos livros de chamada. Tudo transcorreu na mais perfeita paz, ou seja, ninguém reclamou de nada relacionado ao meu trabalho, até as 19:30.
No dia 26 de março de 2015 permaneci na escola o dia todo, pois tinha alguns ajustes para fazer nos livros de chamada. Tudo transcorreu na mais perfeita paz, ou seja, ninguém reclamou de nada relacionado ao meu trabalho, até as 19:30.
O constrangimento do 26 de março de 2015 começou a
partir das 19:30. Durante a primeira aula do periodo noturno fui chamado
a sala da direção para esclarece uma acusação feita pela mãe de uma
aluna do periodo da manha. Neste momento começa todo um constragimento.
Os fatos apresentados na acusação não condiz com a realidade. como já
citado acima, o dia foi tranquilo. Não tive problema nenhum com aluno
neste dia. Aqui está a justificativa do título deste texto, ou seja, me
empurraram um pacote fechado do tipo toma que o filho é teu.
Sem
esperar tal maldade fiquei perplexo e ao mesmo tempo confuso. O que
falar em uma situação desta. Diante da situação fui orientado, que
quando os pais da aluna chegasse devia assumir o erro e justificar que
foi, em um momento tumuntuado e que na tentativa de acalmar os alunos
esbarrei na aluna sem querer. Pois bem, retornei para sala de aula
pensativo e continuei ministrando minhas aulas até às 21:00.
As
21:01 fui chamado novamente a sala da direção desta vez para conversar
com os pais da aluna. O casal parecia muito ancioso: O pai parecia está
sobre efeito de drogas, ou remedios controlados. Não havia conexão no
que ele dizia. A presensa dele não contribui em nada, a não ser riscos a
integridade física de professor, diretor e pedagógo. Já a mãe bem
articula tentou me induzir ao erro, ou seja, queria que eu produzisse
provas contra mim mesmo. Toda a conversa com ela foi seguida de indução,
queria que eu admitisse um erro que não cometi. Mesmo confuso diante da
situação, não vacilei, ou seja, não assumi culdpa nenhuma do que não
fiz.
Para a mãe foi muito frustante, pois não conseguiu o que
queria. No final ela alegou constragimento, Pois bem, ressalto que este
constrangimento foi causado por ela mesmo e seu marido que parecia
querer me agredir fisicamente o tempo todo. E mais ainda, me chamaram de
mentiroso e chamara a filha para chorar na frente de todos. As
perguntas que ficam no ar são as seguintes: Quantas vezes esta sena vai
se repitir? Ou seja, quantas vezes a mãe vai expor a filha ao
constrangimento? A troco de que? O que ela está querendo?
Se foi
constrangimento para a familia da aluna, para mim foi assedio moral. Fui
ofendito o tempo todo pelo pai da aluna, que no final afirmou que eu
deveria tomar memorex. É certo que os pais devem comparecer a escola
para acompanhar a vida escolar de seus filhos. Porém, não é correto
ofender o professor, nem física e nem moralmente. A mãe da aluna
insinuou, o tempo todo, que eu não estava falando a verdade.
Ressalto,
que esta é uma acusação infundade e absurda, pois ninguém é agredido
durante uma aula e continua sorrindo. Lembrando que se trata de uma
turma volumosa, ou seja, quarenta alunos ou mais. Em momento nenhum a
aluna foi vista chorando durante a aula, Ao contrario, sorria e fazia
suas gracinhas de aluna, ela e os colegas dela. Ninguém murmurou ou se
queixou durante a aula. Na hora de ir embora todos foram felizes como
todos os dias.
Diante da situação finalizo com um alerta preocupante: Esta situação pode ter sido armada e pode está havendo indicios de perseguição.
Diante da situação finalizo com um alerta preocupante: Esta situação pode ter sido armada e pode está havendo indicios de perseguição.
Publicações BMF 29/03/2015
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